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Revista de Investigación y  
Creación artística  
Extraordinario 6  
Febrero 2026  
Investigación  
ISSN: 2659-7721  
Práticas co-autorais de apresentaçöes científicas como propostas de  
investigação em Educação Artística  
Co-authorship Practices of Sscientific Presentations as Research  
Proposals in Art Education  
Ana Serra Rocha  
Centro de Investigação CIEBA, Faculdade de  
Belas Artes de Lisboa  
Recibido 07/09/2025 Revisado 24/09/2025  
Aceptado 15/11/2025 Publicado 16/02/2026  
Mafalda Alves Carreira  
Centro de Investigação troi2ads e ID+, Faculdade  
de Belas Artes de Porto  
Resumen:  
Este artigo propõe apresentar o processo (e alguns resultados) do Encontro de escrita  
textual e visual entre as autoras, e simultâneamente entre duas apresentações no  
MUSAA_2025_Congreso Internacional A/r/tográfico de Educación en Artes Plásticas Visuales  
y Audiovisualesn, Patrimonio, Bienestar y Diversidad 2025, abrangidas no Eixo 2 A/r/tografía  
en Educación Plástica, Visual y Audiovisual, nomeadamente: Práticas co-autorais como  
propostas de investigação em educação artística (apresentação oral e visual). Ensaio  
cardográfico entre movimentos e lugares que dialogam (poster com intervenção dos  
participantes do congresso). As autoras assumem esta narrativa como uma reflexão artográfica  
interrogativa, que convida o leitor a um encontro com as palavras-chave, na intenção de mapear  
linhas de ação e escolha, como práticas colaborativas de encontro. Assim definidas como  
educação artística, jogo, cardografia, encontro, todas elas como proposta de entender a  
possibilidade de que um workshop de investigação possa ser um processo de construção de  
conhecimento científico em co-autoria.  
Sugerencias para citar este artículo,  
Serra Rocha, Ana; Alves Carreira, Mafalda (2026). Práticas co-autorais de apresentaçöes científicas como  
propostas de investigação em Educação Artística. Afluir (Extraordinario VI), págs. 7-15,  
SERRA ROCHA, ANA; ALVES CARREIRA, MAFALDA (2026 Práticas co-autorais de apresentaçöes  
científicas como propostas de investigação em Educação Artística. Afluir (Extraordinario VI), febrero 2026, pp.  
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Abstract:  
This article aims to present the process (and some results) of the textual and visual  
writing encounter between the authors, and simultaneously between two presentations at  
MUSAA_2025_International Congress of A/r/tographic Education in Visual and Audiovisual  
Arts, Heritage, Well-being, and Diversity 2025, included in Axis 2: A/r/tography in Visual and  
Audiovisual Arts Education, namely: Co-authorial practices as research proposals in arts  
education (oral and visual presentation) and Cartographic essay between movements and places  
that dialogue (poster with intervention by congress participants). The authors adopt this  
narrative as an interrogative artographic reflection, inviting the reader to an encounter with key  
words, with the intention of mapping lines of action and choice as collaborative practices of  
encounter. Thus defined as arts education, play, cartography, and encounter, all are understood  
as a proposal to conceive the possibility that a research workshop may constitute a process of  
scientific knowledge construction in co-authorship.  
Palabras Clave: Práticas co-autorais, investigação, Educação Artística  
Key words: Co-authorship Practices, Research, Art Education  
Sugerencias para citar este artículo,  
Serra Rocha, Ana; Alves Carreira, Mafalda (2026). Práticas co-autorais de apresentaçöes científicas como  
propostas de investigação em Educação Artística. Afluir (Extraordinario VI), págs. 7-15,  
SERRA ROCHA, ANA; ALVES CARREIRA, MAFALDA (2026 Práticas co-autorais de apresentaçöes  
científicas como propostas de investigação em Educação Artística. Afluir (Extraordinario VI), febrero 2026, pp.  
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Como vejo este lugar?  
Este artigo propõe apresentar o processo (e alguns resultados) do Encontro de escrita  
textual e visual entre as autoras, e simultâneamente entre duas apresentações no  
MUSAA_2025_Congreso Internacional A/r/tográfico de Educación en Artes Plásticas Visuales  
y Audiovisualesn, Patrimonio, Bienestar y Diversidad 2025, abrangidas no Eixo 2 A/r/tografía  
en Educación Plástica, Visual y Audiovisual, nomeadamente:  
- Práticas co-autorais como propostas de investigação em educação artística (apresentação oral e  
visual)  
- Ensaio cardográfico entre movimentos e lugares que dialogam (poster com intervenção dos  
participantes do congresso)  
As autoras assumem esta narrativa como uma reflexão artográfica interrogativa, que  
convida o leitor a um encontro com as palavras-chave, na intenção de mapear linhas de ação e  
escolha, como práticas colaborativas de encontro. Assim definidas como educação artística,  
jogo, cardografia, encontro, todas elas como proposta de entender a possibilidade de que um  
workshop de investigação possa ser um processo de construção de conhecimento científico em  
co-autoria. Tomou sentido a preposição de explorar novas formas de comunicar a investigação?  
- Como uma cor pode representar a interseção entre o impossível e o possível, ou entre o  
controle e a liberdade no processo criativo? (...) Deixando acontecer ou, por vezes, de forma  
rápida, respondendo a um ímpeto de uma urgência de fazer para ficar a contemplar a escutar a  
observar os outros. Sugere-se um diálogo participativo que convoque criações em co-autoria?  
(MUSSA_25, resumo).  
Apresentamos as reflexões dos acontecimentos dialógicos que aconteceram no momento da  
apresentação, seguindo para a intervenção nos posters e posteriormente com a visita guiada,  
bem como de outras apresentações que se encadearam neste movimento de escrita. Uma re-  
escrita do que consideramos a urgência de uma imersão presencial na investigação, tendo em  
conta a necessidade de uma presença (em todos os sentidos) e de se construir “como se cada um  
confiasse ao outro a continuação do próprio pensamento, desafiando uma inventividade do  
conhecimento, num inquérito rizomático”.  
Como explorar novas formas de comunicar a investigação?  
A diversidade de metodologias e abordagens artísticas, apresentam ao investigador um  
vasto território que atravessa várias áreas do conhecimento. Torna-se uma perspetiva viva e  
interessante para o entendimento e validação da experiência como conhecimento. (Baron,  
Eisner, Hernandez). Concordando com Viadel (2019), as artes não são tema de investigação nas  
perspectivas metodológicas tanto quantitativas, como qualitativas, pois não reconhecem as artes  
como metodologia de investigação. “Talvez assim, assumindo uma forma metainvestigativa, por  
intermédio de uma escrita mais criativa e inventiva, pudéssemos, simultaneamente, dar relevo a  
uma das artes as artes literárias que, sendo verbais, costumam, devido à sua natureza  
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intrínseca, estar arredadas das áreas artísticas não verbais que, em regra, são aquelas que estão  
mais circunscritas na investigação em Educação Artística”. (Charréu, 2021, pg.43). Desta forma  
o pensamento artográfico dissemina uma proposta de atuação para a escrita livre em co-autoria.  
Criando nesta, a possibilidade de rasurar, cortar, intervir com diferentes materiais e linguagens.  
As palavras são instrumentos de composição que combinam diversas composições entre si,  
assim pode ser a imagem.  
Ambas as autoras partem de dois workshops de investigação realizados no XI Congresso  
Internacional Matéria-Prima Agir e Interagir na Educação Artística, na Universidade Lusófona,  
em 2024, permitindo encontrar zonas de entendimento e de atrevimento, que possam ocupar o  
lugar de uma possibilidade de encontro entre o possível e o impossível.  
Considerando a educação como prática cultural, os workshops colaborativos, apresentam  
uma possibilidade de entendimento face ao posicionamento dos participantes ao conhecimento,  
com prática discursiva e questionadora, que nos impulsiona para decisões/desvios de ações.  
Rocha, no workshop Lugar Livro: dobra e desdobra uma fita em movimento, convida os  
participantes à construção de um livro coletivo. Inspirado em artistas e no conceito de livro  
objeto e/ou livro de artista, é a partir de uma tira de jornal, que é realizada a intervenção  
Blackout Poetry, que consiste em ocultar palavras para deixar a descoberto outras. Este  
movimento de um gesto da dúvida de fazendo e desfazendo despertando para dicotomias de  
verso/verso. Inspirado na obra de Lygia Clark - Caminhando - e na morfologia da Fita de  
Moebius, foi-se desenvolvendo num processo de co-autoria para a possibilidade de significados  
conectados que remetem para um contexto educativo. Uma vez finalizado o livro, aconteceu a  
leitura sequencial por parte dos participantes, no que ficou a descoberto. Podemos ler numa das  
tiras que se interligam as palavras a descoberto já impressas: “situação comunicativa, ou seja,  
uma ilha de bem-aventurança. (...) atribuindo-se em geral (...) o (...) condão de fazer brotar a  
secura da teoria.” (...) Aquilo em que acreditamos. (...) Caderno de apontamentos – para a  
memória individual. (...) Teriam então as conceções filosóficas e culturais sido contraditadas  
pela “verdade” da experiência?”.  
Carreira, parte da questão: “E se por acaso fosse um jogo?”, é o título do workshop  
apresentado no mesmo Congresso Matéria Prima, cujas etapas se pretendiam provocadoras e  
disruptivas, num deslocamento de lugar e lugares que enriquecem um discurso, que produzem o  
conhecimento da experiência do fazer tal como apresenta Dewey (1949).  
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Considerando a produção de composições visuais, resultantes da ressignificação do acaso  
em contextos educativos e artísticos, “como uma intenção, na medida em que se provoca, mas  
não se conhece nem se prevê o resultado” (Carreira, 2024, p.84). Num ambiente de  
experimentação, este jogo pretendia desafiar os participantes à criação de uma composição  
visual colaborativa numa experiência intelectual e estética onde a imprevisibilidade da relação  
com o lugar que ocupam determina a ação de cada um.  
Assim, estes dois workshops interligam-se nas suas propostas metodológicas e  
colaborativas, com prática artográfica, desencadeiam ações de intervenção imediatas de  
natureza gráfica e visual, numa mobilização do inconsciente que observamos no acaso  
(Richter,1966).  
O que nos separa? O que nos junta?  
Mas a pergunta que Rocha continua a fazer é: Como pode o Livro (corpo/escrita/grafia)  
ser uma metodologia? Os workshops de investigação, as reflexões, e os artigos visuais e  
científicos apontam para caminhos de respostas que estão descritos nos artigos da Tese de  
Doutoramento A Experiência do Livro Como Lugar de Reflexão Epistemológica em Educação  
Artística (Rocha, 2023). O Poster intitulado Ensaios Cardográficos entre Movimentos e Lugares  
que Dialogam, compreende em si mesmo esta dimensão cardográfica, tendo como base um  
múltiplo/carta/folha para a construção coletiva de um objeto/livro: dialogando e interagindo  
entre cartão/artista/investigador/fazer/objeto.  
A construção deste poster foi resultado de um diálogo entre as autoras, que ousaram estar  
num lugar de vulnerabilidade, num movimento do corpo que incita, que provoca que cria, em  
que cada uma delas interveio no seu território (Sul para Rocha e Norte para Carreira), tendo as  
quatro folhas de papel artesanal de tamanho A2 que o compõem, sido enviadas para cada uma  
por correio postal. Ao todo existiram duas viagens e duas intervenções por cada uma das  
autoras. No local do Congresso, ambas decidiram a afixação do mesmo não no formato retrato,  
antes em sequência linear de paisagem. As folhas ficaram afixadas na vertical, num painel  
amovível sobre um fundo verde. Será a leitura semelhante? É alterada a narrativa? Como  
comunicam as folhas entre si? Apesar de se imaginar um formato normativo para o poster, na  
verdade, entre viagens, nunca foi discutido a forma como era lido/refletido entre as autoras. O  
Poster ficaria completo (ou não) com a intervenção dos participantes, que responderam ao  
convite. Demoradamente construíram as suas manifestações no conjunto do poster (dentro e  
fora deste), tomando elementos gráficos da conversa no local, tiras com texto, dobras, tramas  
entre outros.  
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Figura 1 Intervenção no Poster pelos participantes. Foto das autoras. 2025  
O mapa? A cartografia?  
Em resposta ao que seria um poster científico em a/r/tografia, convocando a cardografia  
como resposta de articulação para a executividade de deslocação do poster de Norte a Sul.  
No processo, ambas reconhecemos uma preocupação de uma linguagem de qualidade  
estética do sensível, “no que faço para o outro”. Uma construção que visa questionar o que será  
um poster científico artográfico, num diálogo em co-autoria que pretende confiar ao outro um  
lugar para experimentar/comunicar. Relembrando o conceito de cardografia como “percursos  
metodológicos, possibilidades outras de investigar". Visando a interligação dos ambientes do  
ensino universitário nas áreas da educação e formação, e a possibilidade de uma ‘livre’  
exploração do saber fazer e construir, contrapondo com a investigação (pré-definida),  
nomeadamente na questão da recolha de dados. Numa perspetiva de metodologia artística de  
investigação, a produção de dados, assume-se como integrativa e performativa, em co-  
autoria(s), evidenciando outras linhas de observação e contemplação, ancoradas em métodos  
artísticos e visuais.(...) Exemplificando o que pode ser um workshop de investigação implicando  
um processo de criação em co-autoria através de uma nova expressão metodológica de  
cardografia inspirada na a/r/tografia, no qual existe a interligação das quatro primeiras letras da  
palavra, que anunciam o seu significado: c (card) a (artist) d (doing) o (objet). Criou-se uma  
forma mapeada do grupo de acordo com a imagem visual em concordância com o possível  
contributo para o desenvolvimento da Educação Artística, desejando contribuir para a  
importância da imagem visual como ferramenta pedagógica e material científico” (Rocha, 2024.  
pp.82).  
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A relação dialógica entre as autoras com uma narrativa desconhecida, que compreende  
surpresas, metáforas, simbologias, e aguarda por um tempo de construção interrompido, em  
loop, conjugando diferentes olhar(es).  
Figura 2. Detalhe do poster. Foto das autoras, 2025  
No poster, a aplicação dos diversos materiais (manufactura de papel), colagem, arame,  
decalque, tinta, carimbos, textos e imagem, folhas impressas, linha, desenho, gase, papel  
sensibilizado com cianotipia, descrevem numa composição a emergência da utilização  
simbólica dos objetos artísticos. Tal como Rocha descreve:  
A fita que enrola o tempo  
Os olhos fechados sem visão  
As flores que germinam na zona do lobo frontal  
O livro que simboliza a boca  
Ou por outro lado, a cobertura de uma ferida/fissura que impressa contém palavras num convite  
à experiência à lembrança de um momento de construção.  
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A moldura que abre na luz do sensível, mas se fecha com a impressão de céus.  
Criam uma zona homogénea para a intervenção pública.  
Considerar o campo académico de educação artística atual como uma ferramenta metodológica,  
encontrando formas de questionamento (indagação visual), inquietações, interrompimentos e ou  
desafios (Carreira), movimentos de especulação, textos metafóricos, colocados aos participantes  
de uma prática investigativo baseada em artes encaminham as práticas para conexões  
inovadoras. De acordo com a argumentação de Sullivan (2004), em que a aprendizagem do ser  
humano encontra-se na experiência, que tem lugar num workshop artístico.  
Refletindo sobre como realizar esta articulação, foi o trabalho artístico de Emma Cocker  
(2013) que efectivamente inspirou a nossa ação para encarar a narrativa performativa que  
dialogicamente convoca ‘thinking-feeling-knowing’ produzido de forma colaborativa, num  
intercâmbio interdisciplinar que percorrem um tempo e um território intelectual que se demora  
na construção/criação. Esta demora contemplativa que convoca um tempo aberto para o que  
possa ser uma experiência do não saber.  
Durante o processo e elaboração do poster da apresentação para o MUSSA, as autoras não  
procuraram respostas e/ou resultados, mas sim a promoção da reflexão dialógica dos  
acontecimentos e das ações, correlacionando com as áreas de investigação/ação de cada uma.  
Escrevendo e anotando formas de e fazer comunicar a pesquisa. O poster foi acontecendo desde  
a data de aceitação até ao momento final do congresso incluído este artigo.  
Gostaríamos de terminar com uma das propostas mais impactantes do Mussa 25, que alinha  
com a metáfora do desconhecido, que foi realizada num pequeno pátio ao ar livre pela dupla  
Irene Ortega López y Roberto Herrero García com performance Apuntes para una lengua  
asilvestrada con la boca llena, num diálogo gastronómico de sopa de letras. Nesta performance,  
o espetador é convidado a esperar o acontecimento, a presenciar o que está por vir, e a interagir  
para sentir. A combinação sonora de uma colherada de sopa de letras. Até chegar ao fim do  
conteúdo da taça de cada um dos artistas/investigadores/autores. A imprevisibilidade do que  
pode acontecer, um resultado ainda por concluir.  
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Referencias  
Carreira, M. A. (2024).Um Jogo Semântico em Torno do Acaso - Um Exercício de Descoberta  
na Educação Artística. In C.ꢀMartins, C. Almeida, & T. Assis (Orgs.), Derivas #8 (pp.  
84). i2ADS, Faculdade de Belas‑Artes da Universidade do Porto. https://i2ads.up.pt/wp-  
Charréu, L. (2021). Da Investigação, dos métodos, da orientação e da escrita em educação e  
artes  
Cocker, E. (2023). Tactics for not knowing. Preparing for the unexpected. I2ADS  
Dewey, J. (2024). Art as experience. In Anthropology of the Arts (pp. 37-45). Routledge  
de Magalhães Rocha, A. I. S. (2023). A Experiência do Livro Como Lugar de Reflexão  
Epistemológica em Educação Artística (Doctoral dissertation, Universidade de Lisboa  
(Portugal)  
Marín Viadel, R., & Roldán Ramírez, J. J. (2019). A/r/tografía e Investigación Educativa  
Basada en Artes Visuales en el panorama de las metodologías de investigación en  
Educación Artística  
Richter, H. (1966). Dada 19161966 [Catálogo de exposição itinerante]. Fundação Calouste  
Gulbenkian  
Rocha, A., & Charréu, L. (2024). Métodos artísticos e visuais de pesquisa em Educação e Artes:  
A Cardografia como proposta/resposta morfológica/performativa. Invisibilidades, Revista  
Ibero-americana de Pesquisa em Educação, Cultura e Artes, 19, 82-85.  
Sullivan, G. (Ed.). (2010). Art practice as research: Inquiry in visual arts. Sage